Destaque do mês de julho de 2026

Confira os detalhes da seleção de julho de 2026


O Café:

O café que apresentamos para você é da variedade Catuaí Vermelho, método de processamento natural, safra 2025/2026, do produtor Gustavo Vilas Boas Barbosa. Possui aroma e sabor frutado, chocolate ao leite, caramelo, especiarias e mel, corpo cremoso, acidez cítrica e finalização longa e duradoura. Pontuação final com base em laudo emitido por um licensed Q-Grader - 85 pontos. 


Sítio: Menina
Município: Dores do Rio Preto - ES 
Altitude: 1250 metros


O Produtor: 

Gustavo Vilas Boas Barbosa encontrou nas montanhas da Serra do Caparaó o cenário ideal para transformar um sonho em projeto de vida. Em Pedra Menina, no Espírito Santo, a 1.250 metros de altitude, na entrada capixaba do Parque Nacional do Caparaó, ele e sua família descobriram uma pequena lavoura de café e, junto dela, o desejo de aprender, cuidar e dar novo significado àquele lugar. Cercado por áreas preservadas da Mata Atlântica, cachoeiras e rica biodiversidade, o Sítio Menina se desenvolve em um terroir singular, resultado da altitude elevada, dos solos ricos e dos microclimas típicos da região.

A produção é conduzida com atenção a cada detalhe. A colheita é feita de forma seletiva, priorizando apenas os frutos maduros, e cada etapa do pós-colheita é conduzida com atenção aos detalhes, para preservar tudo aquilo que a natureza oferece de melhor. O resultado são cafés com doçura natural, acidez equilibrada e perfis aromáticos elegantes, reconhecidos pelo selo de rastreabilidade da Denominação de Origem Caparaó, que garante origem comprovada, transparência e identidade. Cada xícara do café produzido no Sítio Menina é um convite para conhecer as montanhas do Caparaó e um projeto que cresce em harmonia com a natureza.


A Região: 

A região do Caparaó é sinônimo de cafés especiais, mas um breve olhar para o passado revela que nem sempre foi assim. Relevo, solo, altitude e clima, que ajudam a compor o celebrado terroir do Caparaó, outrora foram considerados impeditivos para a produção de qualidade. Foi preciso se reinventar. Por meio de instituições parceiras, foram realizados estudos e pesquisas, investimentos em técnicas de colheita e pós-colheita e engajamento para transformar a região do Caparaó - antes considerada como origem de produtos inferiores - na nova fronteira de cafés especiais do Brasil. Ou seja, os fatores humanos e culturais fizeram a diferença. Foi preciso acreditar que a vocação da região era a qualidade e a união em busca de melhorias para que depois da tempestade - como dizem os sábios - viesse a bonança. Com lavouras cultivadas nas encostas das montanhas e sob influência da Mata Atlântica, as famílias cafeicultoras reúnem, atualmente, um importante conhecimento acumulado que, aliado às condições geoclimáticas existentes, permitem produzir cafés naturalmente doces e sensorialmente diversos. Os cafés do Caparaó possuem alta qualidade, diversidade sensorial, procedência garantida, são premiados ano após ano, possuem base familiar, um ecossistema de valor, senso de coletividade, ambiência inovadora, ecossistema de valor, respeito ao meio ambiente, orgulho de sua origem, cuidado e dedicação. A região abrange 16 municípios que abraçam o Parque Nacional do Caparaó - no Espírito Santo e em Minas Gerais.


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